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FRS: Como os Bancos Devem se Adaptar ao Novo Modelo de Normas Contábeis
Banco Hoje - 30/06/2008
1° de agosto de 2008
Para os bancos é vital dar início imediato ao processo de adaptação aos novos critérios e formato de contabilidade estabelecidos pela Lei 3.741, de 2007. O IFRS é efetivado pelo Comunicado 14.259 do Banco Central e pela Instrução 457 da CVM. Em razão da intensa interatividade com o exterior, os bancos precisam estar muito bem preparados para a mudança , investindo em treinamento de pessoal e preparando-se para aproveitar as vantagens e evitar as desvantagens do novo sistema.
Os novos critérios contábeis vão resultar na elevação dos impostos a serem pagos? De que forma contribuirão para a qualidade de decisões administrativas? Participe deste Seminário InterNews - Banco Hoje que contará com a participação de Amaro Gomes do Banco Central, de Gilberto Mifano da Bovespa BM&F, de Antoninho Trevisan e de Elidie Bifano da Price Auditores para planejar e executar com segurança as mudanças contábeis.
Todas as empresas de capital aberto do Brasil e aquelas que tenham interesse em relações com os mercados financeiro e de capitais dos EUA e Europa serão obrigadas a transformar os critérios e o formato de sua contabilidade até o fim deste ano, pois os balanços de 2010 serão apresentados segundo nova estrutura, mas precisam ser apresentados comparativamente ao ano anterior - ou seja 2009.
A adoção do Brasil ao IFRS atende à internacionalização dos mercados, permitindo que as empresas sejam avaliadas com base em referências internacionais uniformes. As companhias de capital aberto, participantes do Nível 2 ou do Novo Mercado da Bovespa, todos os bancos, as empresas que tenham ou pretendam ter acesso ao mercado financeiro ou de capitais do exterior devem adaptar suas contabilidades.
A transparência não é a única vantagem do novo sistema. Os critérios adotados por suas normas conduzem a melhor visualização dos diferentes aspectos da atividade e da estrutura da empresa. Os bancos não devem se limitar a cumprir as normas que forem baixadas pêlos órgãos reguladores, mas sim estudar e conhecer criticamente a mudança e tirar o melhor proveito delas. Para isto, o ponto fundamental será formar a equipe que lidará com o problema e ganhará ou perderá esta batalha. Todos os níveis hierárquicos precisam não somente conhecer o que será exigido, mas principalmente como se beneficiar das vantagens do novo modelo contábil.
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